Auxílio-doença negado ou cortado pelo INSS?

Uma negativa do INSS não é a palavra final. Lemos a carta de indeferimento e o seu histórico e dizemos, com franqueza, se o seu caso tem caminho: recurso administrativo, ação judicial ou novo pedido. Atendimento online para todo o Brasil, desde 2009.

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A primeira conversa é sem compromisso.

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Dr. Paulo Roberto Martins diante do acervo jurídico do escritório

Dr. Paulo Roberto Martins · OAB/PR nº 37.831 · no direito previdenciário desde 2004

Recorrer sozinho é de graça. Perder o prazo não é.

Você pode recorrer sozinho pelo Meu INSS, sem custo. Contratar advogado não é obrigatório. O que costuma custar caro é outra coisa:

O prazo

O recurso tem prazo, e ele começa a contar da ciência da decisão. Perdido o prazo administrativo, o caminho passa a ser o judicial, que é mais demorado, justamente para quem está sem renda.

A prova médica

O INSS reanalisa a prova médica que você apresentar, não a que poderia ter apresentado. Um recurso com o mesmo atestado que já foi recusado tende a ser recusado de novo.

É o detalhe que decide a maioria dos casos de perícia: o que muda o resultado é a documentação, não a insistência.

Você está em qual situação?

A primeira etapa é entender o motivo exato da decisão, que consta na carta de indeferimento. Cada situação tem um caminho e um prazo diferente. Veja em qual você se encaixa:

Se você não sabe em qual se encaixa, a própria carta responde. Envie que lemos junto com você.

Quando o INSS está certo (e você não precisa de advogado)

Nem toda negativa é injusta, e nem toda situação é caso para advogado. Preferimos dizer isso agora do que depois de você perder tempo.

  • Você trabalha com carteira assinada e está no começo do afastamento

    Nesse período quem paga é a empresa, não o INSS, e é a empresa que encaminha o pedido. Ainda não há o que recorrer.

  • Você tem poucos meses de contribuição

    O benefício por incapacidade temporária exige um tempo mínimo de contribuição, com exceções para acidente e para determinadas doenças. Sem esse tempo, e sem se encaixar numa exceção, o INSS vai negar de novo.

  • Você deu entrada e ainda está aguardando

    Enquanto não há decisão, não há negativa para recorrer.

  • Você nunca contribuiu

    O benefício por incapacidade é do segurado da Previdência. Sem contribuição, o caminho é outro, e não é este.

Se o seu caso está nesta lista, você não precisa nos contratar. Se quiser, mande mensagem assim mesmo: dizer qual é o caminho certo leva dois minutos e não custa nada.

Os três caminhos depois da negativa

A escolha depende do motivo da negativa, dos documentos médicos disponíveis e da urgência de quem está sem renda.

  1. Recurso administrativo

    Junto ao próprio INSS, dentro do prazo contado da ciência da decisão. Em geral, é o caminho mais rápido quando o problema é documentação.

  2. Ação judicial

    Costuma ser o caminho quando a discussão é sobre a perícia e a prova médica. Recurso e ação analisam o mesmo caso, mas não servem para as mesmas situações.

  3. Novo requerimento

    Cessação e indeferimento são situações diferentes e têm caminhos diferentes. Em alguns casos, um novo pedido com a documentação médica atualizada resolve mais rápido.

Como funciona o atendimento

  1. Você envia a carta de indeferimento pelo WhatsApp

    Junto, se tiver, atestados, laudos e exames. Se não souber onde achar a carta, orientamos como baixar no Meu INSS.

  2. Lemos o motivo real da negativa

    O motivo escrito na carta é o que define o caminho, e nem sempre é o que parece. Nessa leitura já dá para dizer se o caso tem chance.

  3. Recurso ou ação preparados e acompanhados

    Do protocolo até a decisão, inclusive na Justiça, quando for o caminho.

A carta de indeferimento informa o motivo da decisão. É nele que começa a estratégia para reverter o corte.

Dr. Paulo Roberto Martins lendo um documento durante um atendimento

Onde atendemos

Temos escritórios em Curitiba (PR), Vitória (ES) e Florianópolis (SC) e atendemos todo o Brasil de forma 100% online, pelo WhatsApp e por videochamada, do primeiro contato à conclusão do processo.

Escritório de advocacia previdenciária desde 2009. Dr. Paulo Roberto Martins, sócio fundador, inscrito na OAB/PR sob o nº 37.831 e na OAB/SC sob o nº 69.359, atua em direito previdenciário desde 2004.

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Perguntas frequentes

Quanto tempo tenho para recorrer de uma negativa do INSS?
Há prazo, e ele conta da data em que você tomou ciência da decisão. Como a contagem depende de quando a comunicação foi feita, o mais seguro é conferir a data na sua carta antes de qualquer coisa. Envie a carta que conferimos junto com você.
Vale mais recorrer no INSS ou entrar na Justiça?
Depende do motivo da negativa e do prazo. Em geral, o recurso administrativo é mais rápido quando o problema é documentação; a via judicial costuma ser o caminho quando a discussão é sobre a perícia. A análise dos seus documentos é o que responde isso no seu caso.
O INSS negou porque a perícia me achou apto. Adianta recorrer?
Adianta quando existe prova médica que a perícia não teve à vista, ou quando o quadro mudou depois. Repetir o mesmo documento raramente muda o resultado.
Meu benefício foi cortado. Preciso pedir tudo de novo?
Não necessariamente. Cessação e indeferimento são situações diferentes e têm caminhos diferentes. Por isso pedimos a carta antes de qualquer opinião.
Quanto custa contratar o escritório?
O valor depende da complexidade do caso e é informado com clareza na primeira conversa, antes de qualquer contratação, em contrato por escrito e dentro das diretrizes da OAB.
Preciso ir até o escritório?
Não. Além dos escritórios em Curitiba, Vitória e Florianópolis, atendemos todo o Brasil de forma online, pelo WhatsApp e por videochamada, em todas as etapas do processo.

Não aceite a negativa sem ler o motivo dela.

Envie a carta de indeferimento: lemos o motivo da negativa e dizemos qual é o melhor caminho para o seu caso.

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